domingo, 13 de janeiro de 2008

Não acabou...

"Apoio adiado", de José Almeida


Embora aparentemente abandonado, este meu cantinho está apenas a aguardar a minha chegada... Estou em viagem, tentando fazer um balanço daquilo que fui, do que sou e daquilo que quero ser no futuro!
Enquanto algumas coisas parecem estar bem, outras terão de ser mudadas...e preciso de reunir forças para MUDAR...

Espero voltar em breve...

quarta-feira, 17 de outubro de 2007


Histórias de Cabeceira e Outras Claustrofobias (Foto de Armindo Dias)


"Morre lentamente quem não viaja, quem não lê,
quem não ouve música, quem destrói o seu amor-próprio, não se deixa ajudar... Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca, não arrisca vestir uma nova cor, não conversa com quem não conhece. Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o preto no branco e os pontos nos is, a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam brilho nos olhos, sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos... Morre lentamente, quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho, quem não se permite uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos. Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante, desistindo de um projecto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o que sabe. Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples acto de respirar. Somente a perseverança fará com que conquistemos um estádio esplêndido de felicidade."


Pablo Neruda

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

domingo, 7 de outubro de 2007

Canção simples...



...Vem quebrar o medo, vem
Saber se há depois
E sentir que somos dois
Mas que juntos somos mais...

Quero ser razão para seres maior
Quero-te oferecer o meu melhor...

Fazes muito mais que o sol...


Tiago Bettencourt

Boa sorte...



Vanessa da Mata & Ben Harper

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Esquecimento, de Cláudio de Sousa





terça-feira, 11 de setembro de 2007


Tenho a vida de pernas para o ar...
e aqui continuo...impotente, à espera de respostas que tardam!

Sinto-me angustiada, ansiosa e a explodir de insegurança

E o tempo que teima em não passar... Quanto mais terei eu de esperar?

domingo, 2 de setembro de 2007

Incerteza


Ainda pior que a convicção do não, e a incerteza do talvez, é a desilusão de um quase!
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo o que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou, ainda joga; quem quase passou, ainda estuda; quem quase amou, não amou!
Basta pensar nas oportunidades que se escaparam pelos dedos, nas oportunidades que se perdem por medo, nas ideias que nunca sairão do papel, por causa dessa maldita mania de viver no Outono.

Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna. A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e na frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "bom dia", quase que sussurrados.
Sobra covardia e falta coragem até para ser feliz. A paixão queima; o amor enlouquece; o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor. Mas não são.
Se a virtude estivesse mesmo no meio-termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Preferir a derrota prévia à dúvida da vitória e desperdiçar a oportunidade de merecer. Para os erros há perdão; para os fracassos, oportunidade; para os amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor, não e romance.

Não deixes que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfia do destino e acredita em ti.
Gasta mais horas realizando, que sonhando...
Fazendo, que planeando...
Vivendo, que esperando...
Porque, embora quem quase morreu esteja vivo, quem quase vive, já morreu...”


Texto de Luís Fernando Veríssimo

sábado, 1 de setembro de 2007

domingo, 26 de agosto de 2007

Mundo ao contrário...


Visagem, de Karina (em: www.olhares.com)


"Num mundo que parece tão virado do avesso, penso que só não nos sentimos perdidos se, em tudo o que fazemos, procuramos olhar para mais alto e mais longe.
Acredito que, assim, poderemos ser iluminados pela luz que brilha no nosso interior também quando todas as luzes exteriores estiverem apagadas. Sentir-nos acompanhados, acarinhados e amados mesmo que ninguém nos acarinhe nem ame..."

M.J.C.F., Mais e Melhor, 2003

A caminhar para a recta final...





"Quando algum tempo acaba,
é porque outro está pronto para começar..."

M.J.C.F.

(Foto:Os sonhos não têm fim, de Jovelino Matos Almeida)

quinta-feira, 16 de agosto de 2007


















Mudam os tempos
E as vontades
Mudam os ventos, pensamentos e vaidades

Tudo passou
Quase esqueceu

E o que ficou, marcas deixou do que morreu

Outros Ventos, TRIBUTO

Foto:
Marcas na Areia, de Jovino C. Batista (in: www.olhares.com)

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

terça-feira, 31 de julho de 2007


ConfuZoom, foto de António V. R. (in: www.1000imagens.com)


As relações humanas são como pinturas abstractas.
São coloridas, dinâmicas, inspiradoras...
Contudo, nunca sabemos ao certo qual o seu real significado.
Nunca temos a certeza se a outra pessoa a encara e interpreta de forma similar.
Nunca temos a certeza se aquilo que estamos a ver é mesmo aquilo que pensamos.

Não será isso que tornará tudo bem mais interessante nas nossas vidas?

domingo, 29 de julho de 2007


"If you really want to touch someone, send them a letter."


sábado, 28 de julho de 2007