Colhes as letras nos canteiros floridos do teu ser. Na ponta do meu lápis, as palavras começam a crescer e entrelaçam-se enquanto tu me observas. Passas horas aí, em cima da cama, com o queixo apoiado nas duas mãos, imóvel, apenas bamboleando os pés, alternadamente. Nesta minha folha em branco, as palavras ganham contornos e deixam-se preencher pela tua presença inspiradora. Com elas vivemos histórias que não são nossas. São daqueles que encontramos no caminho e no sonho.
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