segunda-feira, 1 de outubro de 2007
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
domingo, 2 de setembro de 2007
Incerteza

“Ainda pior que a convicção do não, e a incerteza do talvez, é a desilusão de um quase!
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo o que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou, ainda joga; quem quase passou, ainda estuda; quem quase amou, não amou!
Basta pensar nas oportunidades que se escaparam pelos dedos, nas oportunidades que se perdem por medo, nas ideias que nunca sairão do papel, por causa dessa maldita mania de viver no Outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna. A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e na frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "bom dia", quase que sussurrados.
Sobra covardia e falta coragem até para ser feliz. A paixão queima; o amor enlouquece; o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor. Mas não são.
Se a virtude estivesse mesmo no meio-termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Preferir a derrota prévia à dúvida da vitória e desperdiçar a oportunidade de merecer. Para os erros há perdão; para os fracassos, oportunidade; para os amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor, não e romance.
Não deixes que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfia do destino e acredita em ti.
Gasta mais horas realizando, que sonhando...
Fazendo, que planeando...
Vivendo, que esperando...
Porque, embora quem quase morreu esteja vivo, quem quase vive, já morreu...”
Texto de Luís Fernando Veríssimo
sábado, 1 de setembro de 2007
domingo, 26 de agosto de 2007
Mundo ao contrário...

Acredito que, assim, poderemos ser iluminados pela luz que brilha no nosso interior também quando todas as luzes exteriores estiverem apagadas. Sentir-nos acompanhados, acarinhados e amados mesmo que ninguém nos acarinhe nem ame..."
A caminhar para a recta final...
quinta-feira, 16 de agosto de 2007
segunda-feira, 13 de agosto de 2007
terça-feira, 31 de julho de 2007

ConfuZoom, foto de António V. R. (in: www.1000imagens.com)
As relações humanas são como pinturas abstractas.
São coloridas, dinâmicas, inspiradoras...
Contudo, nunca sabemos ao certo qual o seu real significado.
Nunca temos a certeza se a outra pessoa a encara e interpreta de forma similar.
Nunca temos a certeza se aquilo que estamos a ver é mesmo aquilo que pensamos.
Não será isso que tornará tudo bem mais interessante nas nossas vidas?
sábado, 28 de julho de 2007
segunda-feira, 9 de julho de 2007
Indecisões
(Foto de Ricardo Tavares, in: www.olhares.com)vários caminhos passíveis de serem percorridos...
Que hei-de eu fazer...
Se ao mesmo tempo que te procuro, desejo não te encontrar?
Que hei-de eu fazer...
Se, por um lado, te desejo e por outro te quero afastar da minha vida?
E quando me apetecia avançar, dou por mim a dar dois passos para trás?
Que hei-de eu fazer...
Se metade de mim te quer e a outra pede-me para não te querer?
quarta-feira, 4 de julho de 2007
Caranguejo

O 4º signo do Zodíaco
Elemento: Água, Cardinal
Planeta Regente: Lua
Príncipio: Passivo
Parte do corpo: Peito, Estômago
Estação do ano: Começo do Verão no hemisfério norte e começo do Inverno no hemisfério sul
Incensos: Alfazema e Violeta
Pedras: Turquesa
Dia: Segunda
Metal: Prata
Côr: Prateada
Personalidade do Caranguejo: "Amem-me"
Os Caranguejos querem proteger e salvar o mundo. Não se metam com eles, são ferozes. Defendem os seus direitos, e os direitos dos seus amigos, a qualquer custo. Homens ou mulheres, os Caranguejos são "mães". Caranguejo é o signo de casa, mãe e tarte de maçã. Os Caranguejos são intuitivos (até psíquicos) e utilizam as suas emoções como um conjunto de roupa. São regidos pela Lua. A disposição de um Caranguejo muda como uma vela que se derrete e se devanece. Riem num minuto e no outro estão a chorar e sentimentais. Nunca sugira a um Caranguejo que se livre das coisas que estão no sótão há décadas, porque lá dentro está o resto de tecido que a avó utilizou para fazer o seu vestido de casamento. Não tem sentimentos pela História? Os Caranguejos adoram História, e lembram-se de tudo. Pergunte-lhes sobre o seu primeiro dia de escola (se tiver muito tempo a dispender), e eles lembrar-se-ão de todos os detalhes, até às pequenas meias que usaram e do momento em que as suas mães realmente os deixaram lá. Os Caranguejos têm uma ligação especial com as suas mães. O facto de a mãe o ter deixado sozinho na escola pode ser a razão de ser tão emotivo e sensível actualmente.
AMIZADE
Um amigo em dificuldades é realmente um amigo. Os Caranguejos virão sempre em nosso auxílio. Não conseguem dizer não, mesmo se fôr para carregar 100 quilos através do deserto. Eles ajudam os seus amigos, mas isso é só porque se preocupam demasiado. Todos deveriam ter um ou dois amigos Caranguejo. Em retorno, os Caranguejos esperam que os seus amigos estejam lá quando a sua depressão os atingir. Se não estivermos por perto quando eles precisam, sentir-se-ão pessoalmente rejeitados.
AMOR
Os Caranguejos casam para a vida. O seu instinto natural é ter filhos, muitos filhos, portanto o casamento é mesmo importante. No vosso primeiro encontro, o Caranguejo perguntar-lhe-á se preferem casamentos de Junho ou Dezembro. Os Caranguejos são engraçados e sensuais. Mas retiram-se para as suas carapaças e atingem com as suas garras quando se sentem injuriados (e eles sentem mais do que qualquer outro). Precisam de ser o Número 1. Trate-os com gentileza. São mansinhos quando se trata de amor.
segunda-feira, 2 de julho de 2007

Mas isso parece não chegar para perceber o que está a acontecer!
Continuo...
Secretamente, à espera de um gesto...de um sinal Secretamente, tentando saber se dás por mim afinal Secretamente, à procura de um toque...de um olhar
Secretamente, tentando saber se algum dia os nossos mundos se irão cruzar...
domingo, 1 de julho de 2007
No silêncio da noite...
Acrescento ainda mais a longa lista de dúvidas
Questiono as minhas poucas verdades
E no final...
Continua tudo por explicar...








