segunda-feira, 18 de junho de 2012

 [foto retirada daqui]

E de repente olhamos para trás e percebemos que não concretizámos tudo aquilo a que nos tínhamos proposto e invade-nos uma nostalgia e a dúvida se iremos ainda conseguir dar a volta a essa situação...


terça-feira, 22 de maio de 2012

Ai.. Ai...

[foto retirada daqui]

... Amanhã serei colocada à prova e só espero:
- não me dar uma branca, 
- não parar de respirar, 
- não dizer nenhuma asneira,
- ...

E sair de lá viva e pelo meu pé :)


domingo, 20 de maio de 2012

Mas...

 [foto retirada daqui]


Não é uma descoberta que possa contribuir diretamente para o bem da Humanidade. Porém, para mim, é mais do que isso - dá-me mais caminho para andar. 

Se a cada "mas..." que incluímos na resposta a um desafio, déssemos um passo atrás (eu, então, nem se fala) já há muito tinha recuado para além da linha de partida. 

Como pode uma palavrinha tão pequena ter tal poder de nos condicionar tanto ao ponto de, em alguns casos, negarmos a  felicidade de descobrir um novo caminho e de saborear essa experiência da conquista do desconhecido?

É absolutamente incrível e, diria eu, até mesmo um pouco assustador.

Não quero com isto, abolir esta palavra do dicionário. Apenas quero expulsá-la do meu discurso, sobretudo quando algum "mas" surja com o objetivo de me acorrentar à zona de conforto e sirva de desculpa para não aproveitar as oportunidades que se chegam a mim para me desafiarem a ser feliz de mão dada com novas descobertas :)

Por isso já sabem, da próxima vez que um "mas" vos queira resfriar o ímpeto de dizer sim a uma aventura lancem-se a ela e depois... bem! depois, dar-me-ão razão :)

 

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Regresso II

 [foto minha]


Após uma ausência daquele corre-corre diário que (quase) nos dita uma rotina, saboreamos um regresso agridoce. 

Se por um lado é bom sentir que as pessoas notaram a nossa ausência e que voltamos, cheios de energia, para fazer muitas das coisas que nos dá prazer, de rever as pessoas e de saber as novidades que não assistimos no momento... por outro lado, nunca nos abandona, por completo, aquela sensação de despedida fatal, que se cola à nossa pele exatamente no último e nostálgico dia de férias...

terça-feira, 8 de maio de 2012

Será?

 [foto retirada daqui]
 

"As pessoas infelizes, são infelizes todos os dias..."

Miguel Sousa Tavares

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Regresso

A todos aqueles que deram conta da minha ausência por estes lados venho dizer o motivo que esteve na sua origem. 
Alex, não fui (ainda) até África... andei pelos caminhos de Portugal a descobrir alguns recantos imensamente genuínos, inspiradores e tranquilos...
Deixo alguns registos:






domingo, 22 de abril de 2012

sábado, 21 de abril de 2012

sexta-feira, 20 de abril de 2012

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Ao pormenor...

 
«Não são os grandes planos que dão certo. 
São os pequenos detalhes.»


Stephen Kanitz 

 [foto retirada daqui] 

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Anda comigo ver os aviões...


Anda comigo ver os Aviões
Levantar voo, a rasgar as nuvens,
Rasgar o céu.

Anda comigo ao porto de Leixões
Ver os navios, a levantar ferro,
Rasgar o mar.

Um dia eu ganho a lotaria ou faço uma magia,

E que eu morra aqui.
Mulher tu sabes o quanto eu te amo,
O quanto eu gosto de ti.
E que eu morra aqui se um dia que não te levo à América
Nem que eu leve a América até ti.

Anda comigo ver os automóveis,
A Avenida, a rasgar as curvas,
A queimar pneus.

Um dia vamos ver os foguetões levantar voo,
A rasgar as nuvens,
Rasgar o céu.

Um dia eu ganho o totobola ou pego na pistola,

E que eu morra aqui.
Mulher tu sabes o quanto eu te amo,
O quanto eu gosto de ti.
E que eu morra aqui
Se um dia eu não te levo à Lua
Nem que eu roube a Lua só pra ti.


Um dia eu vou jogar à bola ou vendo esta viola,
Mas que eu morra aqui.
Mulher tu sabes o quanto eu te amo,
O quanto eu gosto de ti.
E que eu morra aqui
Se um dia que não te levo à América
Nem que eu leve a América até ti.


[Os Azeitonas]

segunda-feira, 16 de abril de 2012

sábado, 14 de abril de 2012

Insónia


  ... 
Mais do mesmo se encontra
Nestas horas de ponta
O corpo pede a alma pra dormir,
Em mim...

(Filipe Pinto)

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Nem sei o que esperar...

[foto retirada daqui]


Quando um Dia 13 Sexta-feira 
se junta
 ao Dia Internacional do Beijo...

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Felizes achados

[foto minha]

Andava eu a deambular pelas ruas de uma cidade (ainda desconhecida), atenta aos pormenores e ao seu pulsar quando dei de caras com esta mensagem «You'll never walk alone» e trouxe-a comigo! Impensável deixá-la, apenas, gravada na memória visual...

Efetivamente há momentos em que pensamos que somos os únicos transeuntes de uma estrada longa e sinuosa. Mas basta olharmos para o nosso lado: haverá sempre alguém a caminhar ao nosso lado, com quem nos cruzaremos um dia ou, então, apenas caminhemos em estradas paralelas. 

A blogosfera é um desses caminhos, que percorro há alguns anos mas com muitas paragens pelo meio.Um caminho que fiz em segredo durante muito tempo, porque queria percorrê-lo para não me sentir estagnada. Para sentir que dava pequenos passos e que, por muito insignificantes que parecessem a olho nu, somavam significativas conquistas do meu verdadeiro eu. Hoje reconheço que foi, sem margem para dúvidas, um caminho solitário. Só dois ou três amigos chegados tiveram o acesso a este meu diário de voo. Mas era assim que fazia sentido: um diário, em forma de blogue, onde podia partilhar um pensamento, uma imagem, uma música ou um desabafo... Onde me era possível firmar as minhas alegrias e conquistas e expulsar os meus medos, as minhas tristezas e desilusões, mantendo-as vivas na minha memória. 

À medida que fui sendo "descoberta", este caminho ganhou outro significado, onde a partilha e a troca de ideias e reflexões o torna mais rico. Não faz sentido que, mesmo que trilhe um caminho só meu, não o possa entrecruzar com o de outras pessoas que encontram nas palavras uma forma de criar laços virtuais, tal como não faz sentido acompanhar (de forma mais ou menos assídua) outros blogues, sentir-me impelida a registar a reflexão que aquele post me proporcionou e permanecer em silêncio sem deixar rasto... 


Pois bem... naquela rua, naquela cidade ainda desconhecida, começou uma nova forma de viajar por este fantástico mundo da blogosfera... uma viagem consciente feita de registos partilhados porque, efetivamente, nunca estamos verdadeiramente sós. E ainda bem que assim é...

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Nunca estamos preparados para o amor

  [foto retirada daqui]

«...Porque exige muitos momentos de ambivalência, de contradições e interpelações sucessivas até que seja mesmo... amor.
Todo o amor é, de certo modo, o primeiro. Outra vez! Porque não há nada como nos perdermos em alguém para nos encontrarmos a nós. E dois mundos que se abrem um para o outro são duas comunidades de experiências e duas multidões de pessoas dispostas a ligar-se. 
Como podíamos então, diante de uma complexidade tão significativa de apelos, estar preparados para o amor?»

Eduardo Sá (Nunca se Perde uma Paixão)

terça-feira, 10 de abril de 2012

Memórias de um fim-de-semana!

Porque o Minha não é verde como dizem... 
É, sim, de múltiplas cores :) *


[* Estas fotos são da minha autoria]

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Ausência

[foto retirada daqui]

Vem aí um fim-de-semana prolongado e estarei ausente alguns dias. Irei em busca de inspiração mas vou num pé e venho noutro porque a vossa companhia é boa demais para se desperdiçar... :)

Um bom fim-de-semana e uma doce Páscoa para tod@s vós!

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Até breve... talvez!

[foto retirada daqui]

Das [poucas] certezas que tenho, uma delas é que há pessoas que tive o prazer de conhecer, em algum momento da minha vida e do meu caminho, a quem eu serei incapaz de dizer "Adeus!" porque isso significará que, além de as perder, perderei certamente uma parte de mim...E, se mesmo assim, elas tiverem que partir direi apenas um "Até breve!" pois não desistirei de as reencontrar um dia!

terça-feira, 3 de abril de 2012

Renascer

[foto retirada daqui]

Acredito que, na superação de qualquer perda ou desilusão, não haverá melhor inspiração que a própria Natureza: pode passar-se um longo e penoso Inverno, com frio, chuva, tempestades... mas, mesmo assim, nada é mais certo que a seguir a estes dias cinzentos a Natureza renasce, alegra as árvores, antes desnudadas pelo Inverno, com belas vestes verdes e flores perfumadas...

E que aprendizagem retirar dessa constatação?

O facto de também nós termos de aprender a deixar passar o tempo, para que ele nos cure as feridas, para que possamos renascer com energias renovadas. Só não podemos esperar que esse mesmo tempo nos apague as cicatrizes, isso não! porque elas são as marcas da nossa história!